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terça-feira, 26 de junho de 2018

Congresso de Limnologia acontece em Coimbra

Decorre em Coimbra, o XIX Congresso da Associação Ibérica de Limnologia, de 24 a 29 de Junho, organizado pelo Departamento de Ciências da Terra, da Faculdade de de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
Sendo presidido por Manuel Graça, Professor Catedrático do Departamento de Ciências da Vida - Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, o Congresso debate o tema: Águas interiores e desafios do XXI século: do conhecimento científico à gestão ambiental.

A conferência de abertura foi proferida por Margaret A. Palmer do National Socio-Environmental Synthesis Center, Universidade de Maryland, EUA, abordando o tema: Restauração, contexto das bacias hidrográficas e processos biogeoquímicos: dos córregos aos pântanos.
Outros oradores de peso participam do Congresso, como:

- Miguel Cañedo-Argüelles Iglesias
Affiliations. Grup de Recerca Freshwater Ecology and Management (FEM), Departament d’Ecologia, Facultat de Biologia, Institut de Recerca de l’Aigua ((IdRA)), Universitat de Barcelona (UB).

- Čedo Maksimović
Department of Civil and Environmental Engineeging, Imperial College London, UK

- Michael Danger
Université de Lorraine, CNRS, LIEC, F-57000 Metz, France.

- Beatriz Modenutti
Laboratorio de Limnologia, INIBIOMA, CONICET - Universidad Nacional del Comahue, Bariloche, Argentina.

- Catherine M. Pringle
Odum School of Ecology, University of Georgia
- Alexandre Miró & Marc Ventura
Centre for Advanced Studies of Blanes, Spanish Research Council (CEAB-CSIC), Catalonia, Spain. 

Em paralelo, foi aberta a Exposição: Mulheres na Ciência abordando o estudo das águas interiores - a limnologia, e que apresenta algumas das mais relevantes limnologistas do sexo feminino, a nível mundial e a nível da Península Ibérica.

Das águas -

As águas doces interiores representam apenas uma pequena fração do volume total de água no nosso planeta. No entanto, contemplam uma grande variedade de sistemas, incluindo lagos, lagoas, águas subterrâneas, ribeiros e rios, os quais diferem no seu tamanho e características da água. As águas interiores também albergam um número desproporcionalmente elevado de espécies.

Historicamente, as águas interiores estão ligadas ao surgimento de civilizações antigas. Muitas destas civilizações cresceram e floresceram como centros de intensa atividade humana ao longo de grandes rios ou outras fontes de abundante água doce. Algumas civilizações colapsaram devido a alterações ambientais que levaram à escassez de água. Alguns dos piores desastres ambientais estão relacionados com uma má gestão da água (p.e. o colapso do Mar Aral). A má gestão da água ocorre presentemente, com grandes rios a secarem (p.e. Colorado, Indus, Yellow) e planos hidrológicos duvidosos que ameaçam a biodiversidade e marginalizam sociedades humanas (p.e. delta interior do Níger). Água de má qualidade mata mais pessoas que todas as guerras; estima-se que 1,7 milhões de pessoas morram todos os anos devido a problemas relacionados com a água.

As águas interiores providenciam serviços às pessoas, incluindo água de boa qualidade para consumo e irrigação, energia hidroelétrica, alimento e valores culturais e espirituais. No entanto, o aumento da população humana e das suas necessidades, as alterações climáticas, a fertilização e a poluição estão a colocar em risco a quantidade e a qualidade das águas interiores.

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